DPaschoal recicla mais de 2 milhões de pneus em cinco anos, e você faz parte disso

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A DPaschoal anunciou que, nos últimos cinco anos, destinou corretamente mais de 2 milhões de pneus para reciclagem ou reaproveitamento, o que representa mais de 12 mil toneladas de borracha recuperada. O número chama atenção, mas o que interessa para quem leva o carro à manutenção é entender o que acontece com o que é descartado durante o serviço e por que isso afeta diretamente o bolso e o planeta.


Salve, motorista! Você já parou para pensar no que acontece com o pneu velho, a bateria que morreu ou o óleo usado depois que saem do seu carro? Na maioria dos casos, esse descarte vai para algum lugar, mas nem sempre o lugar certo.

A DPaschoal vem trabalhando desde 2007 em uma política de logística reversa para mudar esse cenário, e os números de 2026 mostram que a operação ganhou escala.

Desde 2023, a rede encaminhou para reciclagem e tratamento ambiental cerca de 28 toneladas de filtros automotivos, 434,58 toneladas de baterias e 231,18 toneladas de peças automotivas. Tudo rastreado por um sistema chamado Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR), que garante que cada quilo descartado tenha destino documentado.

O que acontece com o pneu que você descarta na DPaschoal?

Pneu fora de uso não precisa virar lixo. Quando a estrutura do pneu ainda está em boas condições, ele pode passar pela recapagem, um processo que substitui apenas a banda de rodagem, aquela parte que fica em contato com o asfalto, e devolve o pneu para a estrada com vida útil renovada. É mais barato do que comprar um pneu novo e gera bem menos impacto ambiental.

Quando o pneu não tem mais condições de ser recapado, ele vai para a reciclagem. A borracha se transforma em matéria-prima para asfalto, pisos industriais, tapetes e artefatos de borracha. Ou seja, parte do pavimento que você dirige pode ter começado como um pneu velho. A DPaschoal ainda informa que as empresas responsáveis pela reciclagem passam por um processo de homologação ambiental, com verificação de conformidade legal e análise periódica de documentação.

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E as baterias e o óleo? Também têm destino certo

Bateria automotiva é um dos resíduos mais perigosos que saem de um carro. Contém chumbo e ácido sulfúrico, componentes que contaminam solo e água se descartados de forma errada. No processo de logística reversa da rede, o chumbo retorna à cadeia produtiva para fabricação de novas baterias, o plástico vai para reciclagem e o ácido recebe tratamento antes do reaproveitamento. Quase nada vai para o lixo.

O óleo lubrificante usado e contaminado, conhecido tecnicamente como OLUC, também tem um caminho nobre. Pelo processo de rerrefino, ele se transforma em novo óleo básico de alta qualidade. É tecnologia consolidada no Brasil, mas que só funciona quando o óleo é coletado corretamente, sem mistura com outros resíduos. Por isso, a destinação correta começa no momento em que você troca o óleo do seu carro.

Recapagem: quando o pneu tem mais vida pela frente

A recapagem merece atenção especial porque toca diretamente no bolso do motorista. Um pneu recapado custa menos do que um pneu novo, e desde que feito em unidade certificada, com estrutura do pneu em boas condições, é uma opção segura e tecnicamente válida. A DPaschoal usa essa operação como parte da sua estratégia de economia circular.

Nas unidades dedicadas à recapagem, a empresa migrou para o mercado livre de energia, utilizando eletricidade com certificação I-REC, que comprova origem renovável da fonte. Segundo a companhia, a combinação entre recapagem e energia renovável contribui para reduzir a emissão de CO₂ no processo. No total, as ações dos últimos cinco anos ajudaram a evitar a emissão estimada de 24 mil toneladas de CO₂.

O que isso muda para você, motorista?

Na prática, saber que a oficina onde você faz manutenção tem um sistema sério de descarte é um critério de escolha. Pneu, bateria e óleo descartados errado viram passivo ambiental, e a responsabilidade legal do descarte correto, no Brasil, é compartilhada entre fabricante, distribuidor e prestador de serviço, com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos.

Outro ponto que a DPaschoal reforça é o diagnóstico técnico preciso para evitar substituições desnecessárias de peças. A prática, adotada há quase duas décadas, busca reduzir desperdícios e gerar economia para quem paga a conta. Trocar peça que ainda funciona não é manutenção, é custo evitável. Pergunte ao mecânico por que determinada peça precisa ser trocada antes de autorizar o serviço.

A empresa, que completa 77 anos em 2026, é signatária do Pacto Global da ONU e alinha suas operações aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, especialmente o ODS 12 (consumo e produção responsáveis) e o ODS 13 (combate às mudanças climáticas).


Ei, motorista! Se você chegou até aqui, achamos que também vai precisar saber disso:


Perguntas frequentes sobre reciclagem de pneus e resíduos automotivos

Posso levar pneu velho para reciclar em qualquer oficina?

Não necessariamente. A obrigação legal de coleta de pneus inservíveis é dos fabricantes e distribuidores, por meio de programas como o Reciclanip. Redes de centros automotivos como a DPaschoal participam desse sistema, mas é sempre bom confirmar se a unidade próxima a você aceita o descarte antes de ir.

Pneu recapado é seguro?

Sim, quando feito em unidade certificada e a partir de pneus com estrutura íntegra. O processo substitui apenas a banda de rodagem e é regulamentado pelo Inmetro no Brasil. O risco está em recapagens feitas em locais sem controle de qualidade, em pneus que já não têm estrutura adequada.

O que é OLUC e por que o descarte correto importa?

OLUC é a sigla para Óleo Lubrificante Usado ou Contaminado. É o óleo que sai do motor na troca. Descartado errado, contamina solo e água. Descartado corretamente, passa pelo processo de rerrefino e se torna novo óleo básico de alta qualidade. Por lei, oficinas são obrigadas a armazená-lo e destiná-lo a rerefinadoras autorizadas.

Como saber se a oficina descarta os resíduos corretamente?

Você pode perguntar diretamente se a unidade utiliza o Manifesto de Transporte de Resíduos (MTR) para rastrear o descarte. Redes maiores costumam ter essa informação disponível. Outra pista é verificar se a oficina tem áreas separadas e identificadas para armazenamento de resíduos, o que é exigência da legislação ambiental brasileira.

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