BYD Dolphin Mini sobe ao 5º lugar nas vendas do Brasil, com 7.265 unidades em julho
O BYD Dolphin Mini passou quase dois anos andando entre a 20ª e a 40ª posição no ranking mensal de carros mais vendidos do Brasil. Em julho de 2026, ele chegou ao 5º lugar geral, com 7.265 unidades emplacadas, a melhor posição que um carro elétrico já ocupou nesse ranking desde que a FENABRAVE começou a ser acompanhada aqui, em fevereiro de 2024.
Salve, motorista! Não é sorte nem modismo: tem fábrica nova, corte de imposto e cortes de preço sucessivos por trás dessa subida. Se você está pesquisando o Dolphin Mini agora, isso muda a conta.
De coadjuvante a top 5 em sete meses
O Dolphin Mini estreou no ranking em março de 2024, na 21ª posição, e passou praticamente todo 2024 e 2025 nessa faixa: chegou a cair pro 39º lugar em junho de 2024, com apenas 1.318 unidades no mês. Em dezembro de 2025, ainda estava em 21º. A virada começou em janeiro de 2026:
| Mês | Posição | Unidades |
| Dezembro/2025 | 21º | 3.889 |
| Janeiro/2026 | 17º | 2.840 |
| Fevereiro/2026 | 10º | 4.874 |
| Março/2026 | 8º | 7.053 |
| Abril/2026 | 6º | 6.880 |
| Maio/2026 | 6º | 7.577 |
| Junho/2026 | 8º | 6.457 |
| Julho/2026 | 5º | 7.265 |
No acumulado de janeiro a julho de 2026, o modelo somou 42.946 unidades, 165% a mais que no mesmo período de 2025.
Quanto custa o Dolphin Mini hoje
Em junho de 2026, a BYD cortou o preço da versão de entrada (GL) de R$ 118.990 para R$ 109.990 pra pessoa física, com valores ainda menores para PcD (R$ 107.990) e taxistas (R$ 103.990, promoção válida até 30/06). É o segundo corte de preço do modelo em poucos meses, puxado pela fábrica da BYD em Camaçari (BA), inaugurada em outubro de 2025, que vem nacionalizando etapas da produção ao longo de 2026 e reduzindo o imposto de importação embutido no preço final.
O Dolphin Mini não está sozinho nessa: o irmão maior, o Dolphin, cresceu 223% em vendas no mesmo período, e o Song (SUV) cresceu 86%. A fábrica de Camaçari está puxando a marca inteira, não só um modelo.
O que isso significa pra quem está comprando
A diferença de preço entre elétrico e combustão, que segurava boa parte do interesse do brasileiro em trocar de carro, está encolhendo rápido nesse segmento de entrada. Por menos de R$ 110 mil, o Dolphin Mini já disputa faixa de preço com hatches a combustão mais equipados.
Se autonomia e recarga em viagem não são um problema pro seu uso (trajeto urbano, principalmente), virou uma alternativa real de custo, não só uma escolha por consciência ambiental. Por outro lado, vale lembrar que carro elétrico ainda tem menos rede de assistência especializada que um Kwid ou HB20, e a infraestrutura de recarga pública segue concentrada nas capitais, vale confirmar a cobertura na sua região antes de trocar.
Use a ferramenta de carros mais vendidos do Brasil pra acompanhar se o Dolphin Mini continua subindo ou se estabiliza no top 5 nos próximos meses.
Perguntas frequentes
A partir de R$ 109.990 na versão GL, para pessoa física, com o corte de preço de junho de 2026. PcD paga R$ 107.990 e taxistas R$ 103.990 (condições promocionais, sujeitas a mudança).
280 km segundo o Inmetro, com bateria LFP (tecnologia Blade) de 38 kWh.
Uma recarga completa custa cerca de R$ 30, o equivalente a menos de R$ 0,09 por km rodado. Em carregador DC rápido (40 kW), a recarga leva cerca de 22 minutos; numa tomada AC comum (6,6 kW), cerca de 6 horas.
Em julho de 2026, foi o carro elétrico com a melhor posição já registrada no ranking geral (5º lugar entre todos os carros, elétricos ou não). O Song, SUV elétrico/híbrido da BYD, vende volume parecido.
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