Move Brasil: quais carros estão disponíveis? Lista oficial com 44 veículos com desconto

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Icone de tempo Atualizado em 23/06/2026 | Icone de calendário Publicado em 23/06/2026 |

O governo federal publicou a lista oficial do programa Move Brasil com 44 modelos de 11 fabricantes habilitados para venda com benefícios fiscais a taxistas e motoristas de aplicativo. A relação inclui hatches, sedãs, SUVs, picapes e elétricos, o que amplia bastante as opções para quem trabalha com transporte individual de passageiros e quer renovar o carro.

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Salve, motorista! Se você é taxista ou roda para alguma plataforma de app e está pensando em trocar de carro, essa notícia é direto para você. O programa oferece descontos fiscais na compra de veículos novos, uma janela que aparece de tempos em tempos e costuma movimentar o setor inteiro. Mas, como sempre, o que importa não é só o desconto na concessionária, é o que vem depois, na documentação.

Quais carros estão habilitados no Move Brasil?

A lista aprovada pelo governo reúne modelos de Fiat, Volkswagen, Chevrolet, Hyundai, Toyota, Honda, Renault, Nissan, Jeep, Citroën, Peugeot, BYD, GWM e Geely. Nomes familiares para qualquer motorista de app: Onix, HB20, Polo, Argo, Kicks, Duster, Cronos, Compass, Renegade e T-Cross, entre outros.

Para quem pensa em elétrico, o programa contempla o BYD Dolphin, o BYD Dolphin Mini, o Chevrolet Spark EUV e o GWM Ora 03. Com o custo de energia significativamente menor que o combustível, são opções que fazem diferença na conta de quem roda muitos quilômetros por mês.

Vale deixar claro: estar na lista significa que o modelo está apto ao programa, não que o desconto é fixo. O valor final varia conforme o veículo e a política comercial de cada fabricante e concessionária. O benefício fiscal está garantido, mas a negociação acontece na ponta.

Equipamentos de segurança também entram no programa

Além dos automóveis, o governo publicou uma lista de itens de segurança que também podem ser adquiridos com benefício. São três categorias: eletrônicos, monitoramento e proteção física.

No grupo eletrônico estão alarme antifurto, bloqueador veicular, botão de pânico, imobilizador e reconhecimento facial. Em monitoramento, rastreador com GPS, telemetria, geofencing, dashcam e conectividade com centrais. Na proteção física, a relação inclui blindagem parcial de centrais eletrônicas, divisórias para táxi, películas de segurança e travas para volante, câmbio e rodas.

Para quem trabalha rodando à noite, rastreador e botão de pânico deixaram de ser opcional há muito tempo. O programa abre a possibilidade de adquirir esses itens com desconto junto ao veículo, o que simplifica bastante o processo.

Quem tem direito e o que precisa comprovar

O benefício é exclusivo para profissionais do transporte individual de passageiros: taxistas com cadastro municipal ativo e motoristas cadastrados em plataformas de aplicativo reconhecidas. Cada concessionária vai pedir a comprovação do vínculo profissional antes de fechar o negócio.

Taxistas precisam apresentar a licença emitida pela prefeitura. Motoristas de app precisam comprovar o cadastro ativo na plataforma. Consulte a concessionária com antecedência, porque cada uma pode ter um checklist ligeiramente diferente e evitar viagem perdida vale muito no dia a dia de quem trabalha com o carro.

O que muda na documentação depois da compra

Aqui está o ponto que mais gera dúvida, e é exatamente onde um despachante faz diferença. Comprar o veículo com benefício fiscal para uso profissional traz obrigações que não terminam na assinatura do contrato.

Para taxistas, o veículo precisa ser registrado junto à prefeitura com a categoria correta e, em muitas cidades, recebe uma identificação própria no CRLV. O processo passa por vistoria, alvará e, dependendo do município, tramitação no Detran local. Qualquer inconsistência nessa cadeia pode gerar multa ou até colocar em risco a licença.

Para motoristas de app, o carro em geral fica com a placa comum, mas precisa estar com o CRLV atualizado e o seguro obrigatório em dia. As próprias plataformas exigem esses documentos para manter o motorista ativo, e quem perde o prazo do licenciamento pode ficar bloqueado até regularizar.

Outro ponto que costuma pegar motoristas de surpresa: programas com benefício fiscal geralmente incluem restrições de transferência por um período determinado, que pode variar de um a três anos. Vender o veículo antes desse prazo pode obrigar a devolução do benefício ao fisco. Leia o contrato com atenção antes de assinar. Se tiver dúvida, um despachante revisa esse ponto por você antes de qualquer compromisso.


Ei, motorista! Se você chegou até aqui, achamos que também vai precisar saber disso:


Perguntas frequentes sobre o Move Brasil

O Move Brasil é exclusivo para taxistas?

Não. O programa atende taxistas com cadastro municipal e motoristas cadastrados em plataformas de transporte por aplicativo, como Uber e 99. Ambas as categorias podem comprar veículos habilitados com os benefícios fiscais previstos na legislação.

Posso vender o carro comprado pelo Move Brasil?

Em geral, programas com benefício fiscal incluem restrições de transferência por um período mínimo, que pode variar de um a três anos. Vender o veículo antes desse prazo pode exigir a devolução do benefício ao fisco. Verifique essa condição no contrato antes de assinar.

Quais documentos preciso levar para a concessionária?

É necessário comprovar o vínculo profissional. Taxistas apresentam a licença emitida pela prefeitura. Motoristas de app precisam comprovar o cadastro ativo na plataforma. Cada concessionária pode solicitar documentos complementares, então confirme a lista com antecedência.

O desconto é igual para todos os carros da lista?

Não. O valor do desconto varia conforme o modelo, o fabricante e a política comercial da concessionária. O programa garante o benefício fiscal, mas a negociação do valor final acontece diretamente com o vendedor.

Motorista de app precisa fazer algum registro especial no Detran?

Em geral, motoristas de aplicativo mantêm o carro com placa e categoria comum. O que não pode falhar é o CRLV atualizado e o seguro obrigatório em dia, já que as próprias plataformas exigem esses documentos para manter o motorista ativo.

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